Sistema de cross docking: da carreta batida à carga por setor

O modo cross dock do WMS do BrainCargo é um sistema de cross docking para a carreta que chega batida, com volumes de várias notas misturados: confere às cegas, em volumes; monta um palete por NF com etiqueta; guarda numa zona própria de cross dock, mostra o piso por setor de entrega e só deixa subir no caminhão o palete da carga — com romaneio em PDF.

As telas do cross dock

Da carreta batida ao romaneio, sem papel no meio

Tudo no navegador, com leitor de código de barras USB ou Bluetooth — ou o coletor em modo teclado. Cada bip fica registrado com quem fez e quando.

Conferência cega · veículo ABC1D23
O esperado só aparece depois de fechar. A contagem é em volumes, do jeito que a carreta chega — e a diferença contra as NF-e sai na hora do fechamento, não na reclamação do cliente.
Divergência · fila de aprovação
Avaria com prova, anexada na doca. Falta, sobra e avaria entram numa fila do supervisor — a avaria pode levar a foto tirada na hora —, e a discussão com o embarcador começa com evidência, não com memória.
Montagem guiada · etiqueta do palete
Um palete por NF, com a NF na etiqueta. O sistema sugere a próxima NF a montar, conta o montado × esperado e imprime a etiqueta do palete na Zebra (pela central de impressão ou baixando o ZPL) com setor, volumes e o código para achar a NF depois.
Onde está a NF
"Cadê a nota?" respondido em segundos. Busca por número, chave, bip da DANFE ou etiqueta do palete: mostra a etapa, o endereço e há quantos dias a NF está no armazém.
Carga do setor Salvador · bip na doca
O palete errado não sobe no caminhão. A carga nasce do piso por setor de entrega e é conferida no bip; palete que não está nela é recusado na hora. Ao fechar, o romaneio sai em PDF para o motorista.
Tela real do painel do dia do cross dock: veículos do dia, conferências, aprovações pendentes e cargas abertas
Painel do dia (tela real): veículos que chegaram, conferências em andamento, aprovações pendentes e cargas abertas — a diretoria vê a doca sem descer no galpão. Nas telas compostas acima, NFs, placas e setores são exemplos ilustrativos.

Cross docking é a operação em que a carga atravessa o armazém sem virar estoque: chega por uma doca, é conferida, separada por destino e sai em outro veículo. No modo cross dock do WMS da BrainCargo, as NF-e (XML) da carga são vinculadas ao veículo antes da descarga; a equipe faz a conferência cega contada em volumes — o esperado só aparece no fechamento —; falta, sobra e avaria entram com foto numa fila de aprovação do supervisor; o palete é montado de forma guiada, um por NF, com etiqueta própria, e endereçado numa zona de cross dock separada da armazenagem; e a carga é montada por setor de entrega a partir do piso e conferida no bip — palete que não está na carga é recusado —, com romaneio em PDF. A busca "onde está a NF" mostra a etapa, o endereço e os dias no armazém por número, chave ou etiqueta do palete.

É a rotina de quem opera carga fracionada: a carreta chega "batida", com volumes de dezenas de notas misturados, e precisa sair separada por destino. Sem sistema, a conferência vira contagem em papel, o volume que falta só aparece no cliente e a pergunta "cadê a NF?" para a doca. O modo cross dock foi feito para transportadoras e operadores logísticos que vivem esse fluxo — e está no mesmo WMS que guarda o estoque dos depositantes.

Tudo roda no navegador, com um leitor de código de barras USB ou Bluetooth no computador ou tablet da doca — dá para começar sem coletor dedicado. E não substitui o que já funciona: o TMS que você usa (o SSW, por exemplo) continua emitindo o CT-e; o WMS cuida do que acontece dentro do galpão, da doca de entrada à doca de saída.

Para a diretoria, o ganho é visibilidade: o painel do dia mostra veículos, conferências, aprovações pendentes e cargas abertas; cada divergência tem responsável e pode levar foto; e o histórico de cada NF responde onde ela está e há quantos dias. Veja também o WMS para operador logístico e o guia o que é cross docking.

O que você pode atingir

Cega

conferência contada em volumes

A equipe conta o que chegou sem ver o esperado; a diferença contra as NF-e aparece no fechamento da conferência.

Foto

opcional, na divergência

Falta, sobra e avaria são registradas na doca — dá para anexar uma foto — e esperam numa fila a decisão do supervisor.

1 palete

por NF, etiquetado

Montagem guiada: o sistema sugere a próxima NF, conta o montado × esperado e imprime a etiqueta do palete.

Bip

carga conferida por setor

Palete que não está na carga é recusado na hora; ao fechar a carga, o romaneio sai em PDF para o motorista.

Por que esse módulo

Menos volume extraviado

Cada volume é contado no bip na chegada, cada palete leva a NF na etiqueta e a carga só aceita o palete que está nela. O volume que falta aparece na doca, não na reclamação do cliente.

Avaria com prova

Dá para anexar a foto na doca, na hora da descarga; ela fica presa à divergência — que só segue com a decisão do supervisor. A conversa com o embarcador começa com evidência, não com memória.

"Onde está a NF?" em segundos

Por número, chave, bip da DANFE ou etiqueta do palete: etapa, endereço e dias no armazém — sem ninguém ir procurar no piso.

Permanência à vista, por NF

Os dias no armazém de cada NF ficam registrados desde a chegada: a base para conversar sobre prazo de permanência com cada cliente sem planilha paralela.

Carga por setor conferida

O piso por setor mostra o que está pronto para cada setor de entrega; a carga nasce dali e é conferida no bip — palete fora da carga é recusado. Fechou, imprimiu o romaneio.

A doca inteira num painel

Veículos do dia, conferências em andamento, aprovações pendentes e cargas abertas numa tela — para o supervisor e para a diretoria.

Como funciona o cross docking no WMS da BrainCargo, em 6 passos

Do XML da nota à carga fechada por setor, tudo registrado no bip.

  1. Vincule as NF-e ao veículo

    Os XMLs das notas chegam antes da carreta e são vinculados ao veículo: a doca sabe o que esperar sem digitar nada.

  2. Confira às cegas, em volumes

    A equipe bipa os volumes sem ver a quantidade esperada. Ao fechar a conferência, o sistema compara com as NF-e.

  3. Registre a divergência

    Falta, sobra ou avaria entram na fila de aprovação do supervisor — dá para anexar foto.

  4. Monte um palete por NF

    A montagem é guiada: o sistema sugere a próxima NF, conta o montado × esperado e imprime a etiqueta do palete na Zebra (pela central de impressão ou baixando o ZPL).

  5. Enderece na zona de cross dock

    O palete vai para a zona de cross dock, separada da armazenagem; o piso por setor mostra o que está pronto para cada setor de entrega.

  6. Monte a carga por setor e feche

    A carga nasce do piso por setor e é conferida no bip: palete que não está nela é recusado. Ao fechar, o romaneio sai em PDF.

O que está incluído

  • NF-e (XML) antecipadas e vinculadas ao veículo antes da descarga
  • Conferência cega contada em volumes — o esperado só aparece no fechamento
  • Divergências de falta, sobra e avaria — dá para anexar foto
  • Fila de aprovação do supervisor para cada divergência
  • Montagem guiada do palete por NF, com montado × esperado
  • Etiqueta do palete com NF, setor e volumes (impressora Zebra, pela central de impressão ou baixando o ZPL)
  • Endereçamento na zona de cross dock, separada da armazenagem
  • "Onde está a NF" por número, chave, bip da DANFE ou etiqueta do palete — com etapa e dias no armazém
  • Piso por setor: as NFs guardadas agrupadas por setor de entrega, com volumes, kg, m³ e dias
  • Montagem de carga por setor, conferida no bip — palete fora da carga é recusado
  • Fechamento da carga com romaneio em PDF
  • Painel do dia: veículos, conferências, aprovações pendentes e cargas abertas
  • Roda no navegador, com leitor de código de barras USB ou Bluetooth (ou o coletor em modo teclado)
  • Convive com o seu TMS ou ERP: o CT-e continua saindo de onde sai hoje
  • No mesmo WMS da armazenagem 3PL: depositantes, etiquetas, relatórios e, para quem armazena, a cobrança do mês

Cross docking no WMS, na planilha ou só no TMS: o que muda na doca

CritérioBrainCargo (WMS com cross dock)Planilha e papelSó o TMS
Conferência da carretaCega, em volumes, no bipContagem em papel contra a notaFora do escopo
DivergênciaNa fila do supervisor, foto opcionalAnotação e foto no celular pessoalOcorrência digitada depois
PaleteUm por NF, com etiquetaIdentificação à mãoNão controla
"Onde está a NF"Busca por número, chave ou etiqueta do paletePergunta pelo rádioSó o status do documento
Carga por setorConferida no bip; recusa palete fora da cargaConferência visualRomaneio sem conferência física

Critérios de processo, não de marca. O TMS segue emitindo o CT-e; o WMS cuida do que acontece dentro do galpão.

Perguntas frequentes

O que é cross docking?

É a operação em que a carga atravessa o armazém sem virar estoque: chega por uma doca, é conferida, separada por destino e sai em outro veículo, em geral no mesmo dia ou no seguinte. O nome vem de "cruzar a doca".

Qual a diferença entre cross docking e armazenagem?

Na armazenagem a mercadoria fica guardada numa posição de estoque, controlada por SKU, lote e validade, e é cobrada pela permanência. No cross docking ela só passa: o controle é por NF, volume e destino, e o objetivo é sair rápido. No WMS da BrainCargo os dois convivem, com a zona de cross dock separada da armazenagem.

Cross docking é a mesma coisa que transbordo?

Não. Transbordo é só passar a carga de um veículo para outro. Cross docking é o processo completo na doca: receber, conferir, separar por destino, montar e expedir — com o registro de cada volume.

Quais são os tipos de cross docking?

No direto (pré-distribuição), a carga já chega separada por destino e só troca de veículo. No indireto (pós-distribuição ou consolidado), a carga chega misturada e é desmontada e remontada na doca — o caso da carreta "batida" da carga fracionada, que é o foco do modo cross dock do WMS.

O que é conferência cega?

É contar o que chegou sem ver a quantidade da nota. O conferente bipa os volumes; só no fechamento o sistema compara com as NF-e e aponta falta ou sobra. Evita a conferência "de olho na nota", que confirma o papel em vez do que está na doca.

Preciso de WMS para fazer cross docking?

Com poucas notas por dia, papel resolve. Quando a carreta traz dezenas de NFs misturadas e a saída é por setor, o sistema é o que liga cada volume à sua NF e ao seu destino — e o que responde "onde está a NF" sem ninguém ir ao piso.

Funciona com carga fracionada?

É o uso típico da transportadora: a carreta chega com volumes de várias notas e embarcadores, a equipe confere em volumes, monta um palete por NF e a carga sai por setor de entrega.

Preciso trocar meu TMS ou o emissor de CT-e?

Não. O WMS cuida do que acontece dentro do galpão; o CT-e continua sendo emitido pelo TMS que você já usa (o SSW, por exemplo). Se quiser, o emissor de CT-e da BrainCargo também está disponível na mesma conta.

Preciso de coletor de dados?

Não para começar: o cross dock roda no navegador, com um leitor de código de barras USB ou Bluetooth no computador ou tablet da doca. Quem já tem coletor usa o leitor dele em modo teclado.

Como a diretoria acompanha a operação?

Pelo painel do dia: veículos que chegaram, conferências em andamento, aprovações de divergência pendentes e cargas abertas. Cada divergência tem quem registrou, a foto, se houver, e quem aprovou, e cada NF mostra a etapa e os dias no armazém.

Sua carreta batida, separada por setor

Fale com a gente pelo WhatsApp e agende uma demonstração do cross dock com o fluxo da sua doca.

Preço modular, sob medida para o porte da sua operação: você contrata só os módulos que usa e o plano acompanha o seu volume. Peça sua proposta pelo WhatsApp.